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Plano Nacional de Juventude discute drogas, cidadania e participação juvenil

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O Trabalho Infantil em Goiânia

Antônio Santiago (Goiânia - GO)
Publicado em 18/10/2005

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O NUBE – Núcleo Brasileiro de Estágios
Juventude brasileira e democracia

O (a) jovem metropolitano(a) admitiria participar mais da vida pública e de ações coletivas – desde que resultasse em melhorias para a sociedade e que houvesse canais adequados de participação. Esta é uma das conclusões da pesquisa Juventude Brasileira e Democracia – participação, esferas e políticas públicas, lançada em 28 de novembro.


O objetivo do levantamento, financiado pelo International Development Research Centre (IDRC, do Canadá), foi o de conhecer o potencial de participação do(a) jovem na vida pública. Foram ouvidos(as) 8 mil jovens de 15 a 24 anos em sete regiões metropolitanas do Brasil e no Distrito Federal, entre outubro de 2004 e maio de 2005.


A pesquisa revela que o(a) jovem urbano(a) no Brasil tem entre suas principais reivindicações uma escola de melhor qualidade, melhor qualificação profissional, mais espaços de cultura e lazer próximos ao seu local de moradia. Predominantemente de classe C (44%), também pede segurança (violência é um dos principais impedimentos para o acesso à cultura) e que governantes sejam menos corruptos(as), mais responsáveis e comprometidos(as) com a melhoria efetiva das condições de vida. O estudo constatou que a juventude brasileira do século 21 ainda participa pouco da vida pública (28% faz parte de algum grupo, na maioria religioso), mas se preocupa com o futuro do país e espera que os governos promovam sua inclusão social.


As regiões metropolitanas pesquisadas foram: Belém, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, além do Distrito Federal. A pesquisa inclui duas fases: um levantamento quantitativo (8 mil entrevistados(as)) e uma bateria qualitativa (com 39 grupos de diálogo, reunindo 913 jovens) realizada com base em metodologia – inédita no país – fornecida pelo instituto Canadian Policy Research Networks.


O levantamento – cujo relatório final será entregue para autoridades municipais, estaduais e federais com recomendações de políticas voltadas para jovens – foi coordenado nacionalmente pelo Ibase e pelo Instituto Pólis, de São Paulo, e realizado por rede de parceiros envolvendo universidades e ONGs.


O relatório da pesquisa está disponível em www.ibase.br

Fonte: Cidadania na Internet

 

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