Notícia : : : : . . . . . . . . . . . . .
Referendo sobre o desarmamento: Conheça defesas sobre SIM e NAO

Fórum : : : : . . . . . . . . . . . . .

CADASTRE_SE na Rede!

Deixe seu recado no MURAL da Rede Juventude Cidadã!

Artigos : : : : . . . . . . . . . . . . .

O Trabalho Infantil em Goiânia - saiba mais

Antônio Santiago (Goiânia - GO)
Publicado em 18/10/2005

Oportunidade : : : : . . . . . . . .
Uma grande oportunidade para o jovem estudante do ensino médio ou superior. Conheça a VIA BRASIL!
Infectados pelo HIV no mundo chegam a 40,3 milhões.

Quase cinco milhões de pessoas contraíram o vírus da Aids ao longo de 2005, um dos maiores saltos desde que os casos começaram a ser registrados, em 1981. O número de pessoas vivendo com HIV agora é estimado em 40,3 milhões - o mais alto já calculado.

Mas há também trouxe boas notícias. Os países que investiram em uma mudança de comportamento sexual - leia-se maior uso de preservativos, iniciação sexual mais tardia e menos parceiros - apresentaram de fato uma redução no número de infecção pela doença. Quênia, Zimbábue e algumas nações da região do Caribe são alguns dos que têm registrado queda.

As 4,9 milhões de novas infecções foram insufladas pela epidemia ainda devastadora na África Subsaariana e por um crescimento repentino da doença em países da antiga União Soviética e do Leste da Europa.

Mais de 3,1 milhões de pessoas morreram de Aids neste ano, inclusive 570 mil crianças - muito mais do que o total de vítimas fatais deixadas por desastres naturais desde o tsunami de dezembro na Ásia.

A África do Sul é o país mais afetado, com mais de cinco milhões de casos. Cerca de 25,8 milhões de soropositivos, ou 64% do total mundial vivem na África subsaariana. Outro dado alarmante: o número de mulheres soropositivas atingiu 17,5 milhões neste ano, mais de um milhão a mais do que em 2003.

Mas a perspectiva de acesso a medicamentos anti-retrovirais para as populações de países pobres parece melhorar, embora o número de soropositivos que tem acesso aos medicamentos ainda seja pequeno: apenas um em cada dez africanos e um em cada sete asiáticos que precisam de anti-retrovirais de fato os recebem.

Duas décadas depois do começo da epidemia, o relatório diz que em muitas partes do mundo, inclusive no sul da África, o grau de informação sobre a transmissão do HIV continua sendo assustadoramente baixo. No Brasil, o estudo destaca a falta de conhecimento dos jovens entre 15 e 24 anos sobre as formas de transmissão da doença. Cerca de 38% deles não souberam mencionar espontaneamente os meios de contágio. Está no Brasil um terço das 1,8 milhão de pessoas que vivem com HIV na América Latina.

Esses dados são parte do Relatório Mundial sobre a Aids, referente a 2005, divulgado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS).


Fonte: IJC - Instituto de Juventude Contemporânea

 

© Rede Juventude Cidadã 2005